Região

Vacinação contra a Covid-19 deve começar até fevereiro em BH, diz infectologista

Expectativa da prefeitura é seguir o programa nacional de imunização, mas acordo com Instituto Butatan é alternativa em caso de problemas

A vacinação contra a Covid-19 em Belo Horizonte deve ser iniciada até o começo de fevereiro e seguir o plano nacional de imunização, do Ministério da Saúde. Caso haja problemas na operacionalização do programa federal, o município tem como alternativa o acordo firmado com o Instituto Butantan para a aquisição de doses da Coronavac. O pedido de autorização para uso emergencial do imunizante foi formalizada nesta sexta-feira (8) na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“A vacina deve começar até o início de fevereiro. A princípio, será aplicada a Coronavac, pelo plano nacional de vacinação, e vamos seguir as recomendações do Ministério da Saúde (em relação aos públicos-alvo)”, afirma o infectologista Estevão Urbano, membro do comitê de enfrentamento da pandemia da prefeitura. Segundo ele, a quantidade de doses a ser disponibilizada na primeira etapa ainda não foi definida e depende da União.

“Agora, se as coisas não funcionarem como nós esperamos, temos o acordo direto com o Butantan como plano B”, completou o médico. O acordo foi firmado entre o prefeito Alexandre Kalil (PSD) e o governador de São Paulo, João Doria, em dezembro, e prevê, a princípio, a aquisição de doses da vacina para a imunização de todos os profissionais de saúde da capital, das redes pública e privada.

A prefeitura ressaltou que mantém a expectativa de que o programa nacional de vacinação atenda “toda a população o mais rápido possível” e que já tem um planejamento pronto e insumos preparados para utilização na campanha, caso seja necessário.

O município destacou também que, para o início do processo, os imunizantes precisam ser aprovados pela Anvisa. Nesta sexta-feira, a agência recebeu os pedidos de autorização para uso emergencial da Coronavac, feito pelo Butantan, e da vacina de Oxford, formalizado pela Fiocruz.

“A vacina está próxima, as pessoas têm que ter um pouco mais de paciência, não tem outra alternativa. Infelizmente, temos que entender que, contra a realidade, não tem como lutar. Temos que encará-la da forma mais digna possível e, assim que chegar a vacina, as coisas vão começar a mudar”, conclui Urbano.




Fonte: Fonte: Jornal O Tempo

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