Região

Lagoa Seca, no Belvedere, tem manhã movimentada apesar do cercamento

Maioria das pessoas não usava máscara para evitar a transmissão do coronavírus

Apesar das restrições impostas pela Prefeitura de Belo Horizonte, como o fechamento de parques e praças para diminuir a circulação do coronavírus, a reportagem de O TEMPO flagrou dezenas de pessoas praticando atividades físicas ou passeando com animais de estimação na Lagoa Seca, no Belvedere, região Centro-Sul de Belo Horizonte. 

Mesmo com a lagoa fechada e com grades, muitas pessoas foram vistas no local. Detalhe: a maioria não usava máscara. Nos equipamentos de ginástica, que não estavam cercados, havia um grupo de amigos se exercitando. Todos sem máscara.

A aposentada Kátia Maria Nogueira, moradora do bairro Santo Antônio, também na região Centro-Sul, é adepta da prática de esportes e costuma ir até a Lagoa Seca durante a semana e aos domingos.  Neste sábado (3), ela se surpreendeu com a falta de empatia das pessoas. “Venho sempre aqui para caminhar e correr. Hoje está mais cheio e muita gente sem máscara. As pessoas passam perto da gente bufando. Acho que falta consideração e empatia com o próximo. Eu me exercito, mas estou sempre de máscara”, disse.

Desde 6 de março, a capital mineira vivencia uma fase mais restritiva nas medidas de flexibilização, determinadas pela Prefeitura, com o fechamento do comércio, permitindo apenas o funcionamento de serviços essenciais. A medida é uma tentativa do Executivo de conter o avanço do coronavírus e diminuir as taxa de transmissão e a ocupação de leitos hospitalares da rede pública e privada.

Do outro lado da cidade, a Lagoa da Pampulha, que costuma reunir vários grupos de corredores, ciclistas, famílias e amigos, estava vazia. Poucas pessoas foram vistas fazendo caminhada e andando de bicicleta, individualmente ou em dupla, em diferentes pontos da orla. Sem aglomeração.

Os mirantes Bem-te-vi, Sabiá e das Garças, que possuem equipamentos de ginástica, assim como as duas entradas do Parque Ecológico, estavam fechados com grades. Também não havia a presença dos vendedores ambulantes que costumam ficar com carros estacionados na orla, vendendo águas de coco e mineral.

Em ruas dos bairros da região da Pampulha, e avenidas como a Presidente Carlos Luz e o Anel Rodoviário, o movimento de carros era bem menor do que o encontrado nos últimos finais de semana.  

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Fonte: Fonte: Jornal O Tempo

Jornal O Tempo

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