Região

Engenheiros constatam necessidade de estudo de solo para determinar fissuras no Ceresp em Juiz de Fora

Um grupo de engenheiros constatou na tarde desta quarta-feira (7) que há necessidade de contratação de um estudo de solo para determinar as causas das fissuras em algumas paredes do prédio do Centro de Remanejamento Provisório (Ceresp) de Juiz de Fora.

Segundo informado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), a equipe técnica realizou a vistoria no imóvel conforme combinado para analisar as avarias. Outros detalhes não foram informados.

A unidade apresentou problemas na estrutura na última semana e cerca de 800 presos precisaram ser transferidos em dois ônibus para presídios de Ubá, Muriaé, Viçosa e também para as penitenciárias José Edson Cavalieri e Ariosvaldo Campo Pires em Juiz de Fora, obedecendo todos os cuidados na prevenção à Covid-19.

Ainda conforme a Sejusp, assistentes sociais do Ceresp contataram os familiares dos presos para informar a nova unidade prisional de cada um.

Já os servidores do Ceresp também devem ser realocados para outras unidades prisionais, porém as novas lotações ainda são discutidas internamente no Depen-MG.

Ao G1, o Estado informou que os problemas foram causados após um abatimento de terra, possivelmente resultante das fortes chuvas que ocorreram nesta semana no município. Por causa da situação, a Defesa Civil de Juiz de Fora esteve no local na data e, em seguida, emitiu uma nota. Confira abaixo a íntegra:

“A Defesa Civil realizou vistoria no Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) na segunda-feira, 29, e retornou ao local para reavaliação na quarta-feira, 31. A segunda visita foi acompanhada por engenheiros da Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais.
A equipe de engenharia da Defesa Civil verificou um abatimento do solo na parte lateral e externa do Ceresp, próximo a um muro de divisa. Neste muro, foram constatadas pequenas fissuras. No entanto, não há nenhum risco estrutural para a edificação.
De forma preventiva, houve orientação para não utilização do pátio e do anexo (uma cela) adjacente ao abatimento do solo, que já se encontrava desocupado. As providências que serão tomadas são de responsabilidade do estado, que já foi orientado pela Defesa Civil sobre a necessidade de realizar obras de estabilização do solo, de drenagem pluvial e de consolidação do solo. Caso a Defesa Civil seja solicitada, está disponível para realizar novas vistorias”.

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Fonte: G1 – Zona da Mata

Portal G1

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