Região

CDL diz que Prefeitura de Belo Horizonte vai reavaliar fechamento do comércio

Reivindicações dos comerciantes serão estudadas e decisão sobre uma possível flexibilização será tomada no início da semana que vem, informou a CDL

O comércio não essencial de Belo Horizonte segue fechado até pelo menos o início da semana que vem. Em reunião realizada ontem com representantes do setor, no entanto, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que vai avaliar as reivindicações dos comerciantes e que a decisão por uma possível flexibilização será tomada no início da semana que vem. A PBH também afirmou que abriu mais 40 leitos para tratamento exclusivo de pacientes da Covid-19 – 24 nessa segunda e outros 16 ontem.

As restrições ao comércio foram anunciadas na semana passada e começaram a valer anteontem. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) prevê que a nova fase de restrições para tentar conter novos casos do coronavírus na capital resulte numa queda de 60,2% nas vendas. Segundo a entidade, que esteve na reunião, não há dados que relacionem o aumento de infecções pela Covid-19 com o funcionamento do comércio. 

“O que observamos é que há uma conjuntura de fatores que direcionam à elevação do número de casos, graves ou não, mas que não apresentam conexão direta com o funcionamento do comércio na capital”, afirmou o presidente da entidade, Marcelo de Souza e Silva, em nota. A PBH, por sua vez, disse, também em nota, que o fechamento do comércio não essencial não tem caráter punitivo “ou de culpabilidade ao comércio” e “que foi implementada para diminuir o fluxo de pessoas nas ruas”.

Para o presidente da Associação dos Comerciantes do Hipercentro, Flávio Fróes, uma das 24 entidades que participaram da reunião, o setor propôs que as lojas funcionem com o mínimo possível de funcionários e atendendo somente da porta para fora, usando o ar livre como área. Fróes diz que o momento do comércio é muito diferente do ano passado, quando houve medidas do governo federal que ajudaram os comerciantes. 

“É um momento bastante frágil, sem nenhum auxílio do governo, com um mês muito complicado porque é pós-vendas de Natal, tem muito imposto, o simples é maior, tem os IPVAs, IPTUs, não tem nenhum auxilio, pagamento de salário”, diz Fróes. “A esperança é que a prefeitura possa ver que o momento é diferente e que pode ser feito alguma coisa para não matar o comércio, porque eu tenho muito medo que dessa vez seja muito grave”, finalizou ele.




Fonte: Fonte: Jornal O Tempo

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