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falta emoção e mais tensão entre os competidores no reality da Globo

A atual edição de “No limite” está longe de empolgar. As provas disputadas pelas duas tribos, Calango e Carcará, são bem elaboradas e exigem muito esforço físico. Mas ainda não vimos nada como a famosa degustação de comidas exóticas que reviravam o estômago dos jogadores e do público de casa nas edições anteriores. Falta emoção e mais tensão entre os competidores do reality. As duas equipes concorrentes já andaram se estranhando de leve, mas isso ficou em segundo plano. O programa não vem explorando todo o potencial do conflito entre os ex-BBBs que disputam o prêmio.

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Na segunda eliminação desta temporada, Gleici teve o mesmo número de votos que Angélica, que acabou saindo após uma nova votação entre as duas. Por que a campeã do “BBB 18” teve tantos votos e incomodou metade de sua equipe? Não sabemos. A edição não mostrou. As tretas por conta da convivência e falta de recursos nos acampamentos poderiam render muito mais. Já entendemos, por exemplo, que as noites por lá são duras e o perrengue aumenta muito quando chove. A dura convivência só começou a ser mostrada com mais detalhes no episódio da última semana. Íris Stefanelli reclamou muito e incomodou seu grupo. A participante do “BBB 7” se queixou por querer tomar banho após as provas e não contar com a boa vontade dos membros de sua tribo — eles só podem se deslocar do acampamento se estiverem juntos.

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Os participantes ainda não ganharam destaques individuais a ponto de serem amados ou odiados pelo público. Nenhum deles foi considerado um “vilão” até agora. André Marques é outro que não colabora para criar qualquer faísca ali: o apresentador adotou uma postura neutra e desanimada. Ele não instiga os participantes nem mesmo durante os portais de eliminação e prefere fugir das perguntas mais provocativas. Como ainda teremos muitos episódios pela frente, resta torcer para que o programa engrene e consiga empolgar o público que aprecia reality show.

Zeca Camargo apresentou o ‘No limite’ Foto: Rede Globo/Divulgação

Reality fez muito sucesso no ano 2000

Baseado no reality norte-americano “Survivor”, o “No limite” fez muito sucesso no Brasil em sua estreia, no ano 2000. Apresentada por Zeca Camargo (foto), a primeira edição trazia um grupo de 12 pessoas, com idades entre 20 e 54 anos, disputando provas de resistência, também no Ceará. A grande vencedora foi a cabeleireira paulistana Elaine de Melo, de 35 anos, considerada o azarão do programa. O “No limite” teve ainda duas edições, em 2001, e uma quarta temporada, no ano de 2009.




Fonte: Fonte: Jornal Extra

Jornal Extra

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